Boa notícia / má notícia
Tal como aquele médico de piada, diante do paciente terminal, eu encaro vocês e digo: tenho uma boa notícia e uma má notícia pra vocês.
E como todo bom doente terminal de piada, vocês preferem ouvir a boa primeiro, né? Está bem.
A boa notícia é que, depois de me revoltar com meu trabalho e não aceitar um porra de um emprego medíocre, eu consegui outro emprego, a saber, muito melhor que o outro. Neste eu programo de verdade, e não fico fingindo que sou um digitador de código qualquer. Onde eu estou a barra pesa e o trabalho é bem duro. Particularmente estou muito contente mesmo. Nesse novo trabalho tenho muito mais desafio e definitivamente muito mais afeição com a equipe. Bom, pelo menos agora há uma equipe.
Felizes? Bom, quero agradecer todo mundo que me apoiou e acreditou em mim. Isso tá parecendo discurso de vencedor do Oscar (Shame on you, Mr. Bush!!!). Mas chega. Façam cara de luto, é hora da má notícia.
Com o início das minhas atividades no trampo, associadas com o trabalho que desenvolvo junto a alguns clientes, por hora meu tempo está esgotado e portanto está muito difícil postar aqui. Tenho uma fila enorme de posts pra escrever, mas por enquanto vou buscar umas cadeirinhas pra eles, pois a fila tende a demorar pra andar.
Aproveitem esse menu aí acima e visitem meus blogs favoritos. Ahh menos o Kanghuru, que saiu da minha lista de blogs visitáveis, mas que eu ainda não consegui tirar do menu.
See Ya
Coisas sérias e não sérias. Ácidas e às vezes doces. E outros comentários, como cinema, comportamento, literatura, etc...
14.11.03
11.11.03
E pra ele nada: TUDOOOO!
Finalmente terminei de publicar Insônia. Estão aí abaixo as duas últimas partes. Aos que tiveram paciência de esperar e ler, muito obrigado mesmo e espero que vocês tenham gostado. Aos que não leram, espero que leiam um dia.
Mas na verdade este post é só pra dizer que ontem, dia 10, foi aniversário do Blogstar que eu melhor conheço e que, em boa parte, foi o "culpado" por toda essa minha paixão pela literatura.
Obrigado por isso, Leotti Blogstar. =) Feliz aniversário, pai!!
See Ya
Finalmente terminei de publicar Insônia. Estão aí abaixo as duas últimas partes. Aos que tiveram paciência de esperar e ler, muito obrigado mesmo e espero que vocês tenham gostado. Aos que não leram, espero que leiam um dia.
Mas na verdade este post é só pra dizer que ontem, dia 10, foi aniversário do Blogstar que eu melhor conheço e que, em boa parte, foi o "culpado" por toda essa minha paixão pela literatura.
Obrigado por isso, Leotti Blogstar. =) Feliz aniversário, pai!!
See Ya
Insônia - Parte Final
:: [Parte Um] [Parte Dois] [Parte Três] [Parte Quatro] ::
:: [Parte Cinco] [Parte Seis] [Parte Sete] [Parte Oito] ::
:: [Parte Nove] [Parte Dez] [Parte Onze]::
"Vamos lá, Ale. Você precisa fazer isso"
"Foda-se mesmo", eu disse. "O que eu preciso fazer? Só quero terminar isso e sair daqui."
"Tudo bem. Normalmente nós chegamos no local principal do sonho, onde o Alvo está perambulando ou realizando alguma ação. Basta então encontrá-lo, ou chegar a um ponto onde ele possa ver, e destruir o sonho dele, transformando-o num pesadelo. Não se esqueça que você pode usar qualquer coisa que imaginar. Nada aqui é real."
Afirmei com a cabeça, confirmando que sabia daquilo. Era o fato mais estranho até agora: eu iria destruir a sanidade de alguém para salvá-lo. E mesmo não concordando eu iria fazer isso. "Simone, quando eu sair daqui eu vou embora. Chega. Não quero saber de projeto, sonhos ou pesadelos".
Ela apenas olhou tristemente em minha direção. "Acalme-se. Depois discutimos o que você vai fazer. Agora vá."
Virei-me para o beco e encarei a escuridão. Ratos, baratas, vermes e lagartixas passevam pelos arredores. Eu adentrei no labirinto de muros e portas, em busca do Alvo. O cheiro da podridão agredia meu nariz e minha mente, e o chão encharcado, lamacento e escorregadio dançava sob meus pés. Segui por algumas dezenas de metros, que pareciam quilômetros intermináveis, até que encontrei o que estava procurando: encostado a uma porta velha, apodrecida e úmida, estava o Alvo, um rapaz que aparentava uns 20 anos, embora naquele lugar não se pudesse confiar em aparências.
Vinda do chão, uma barra de ferro flutuou e chegou até minha mão. Concentrei-me na nuca do rapaz, que estava recostado e com os olhos fechados. O golpe seria certeiro e ele morreria em seu pesadelo, embora talvez nem percebesse o que , de fato, havia acontecido. Minha proximidade não o despertou, pois assim eu desejei. Esperava pegá-lo de surpresa. Uma morte rápida e quase indolor deveria servir para o pesadelo. Eu não queria causar em outra pessoa o mesmo pânico que sentira naquela fatídica noite, no parque de diversões dos meus sonhos.
Minha respiração estava difícil e minhas pernas começavam a amolecer. Levantei a barra, já antevendo o espirrar de sangue e miolos. Mas o que eu temia ver nunca aconteceu: antes que eu pudesse baixar a barra em direção ao rapaz, ela foi puxada de minha mão, arrancada como que por alguma força telecinética. A barra atravessou o espaço do beco e foi pousar em outro lugar. A sensação de pânico subiu por minha espinha, e minhas pernas amoleceram de vez, negando-se a me obedecer: do outro lado do beco, segurando a barra de ferro, estava a Velha. Meu Nemesis. Aquela mesma criatura que me fizera despertar para o pior pesadelo da minha existência.
Eu mal podia entender ou aceitar aquela visão aterradora. Imediatamente pedaços de corpos começaram a brotar das poças de lama espalhadas pelo beco, e eu já não podia ver o Alvo, já coberto por uma das ondas de sangue no mar rubro que começava a se formar ao meu redor. Tentei me levantar, mas já não podia. Com o mesmo riso debochado e insuportável a Velha começou uma lenta caminhada em minha direção. Num esforço desesperado, eu me levantei e comecei a correr. Passos largos e rápidos, mas que não me levavam a lugar algum. Quanto mais eu me afastava, mais ela se aproximava. Por um segundo resolvi voltar-me pra ela e lutar, mas quando tentei fazer isso, descobri que não conseguia mais vê-la. Eu só sabia que ela estava lá, aproximando-se, mas sem poder determinar de onde vinha meu inimigo.
A corrida pelos becos parecia interminável, e quando eu a encontrei novamente ela estava junto de mim, segurando a barra de ferro e gargalhando. Para evitar ir de encontro a meu Nemesis, tentei parar em meu desesperado percurso, e acabei no chão, escorregando e completamente indefeso. Eu já me sentia sufocado pelos miolos e orgãos que flutuavam diante de mim. Quase automaticamente, ergui meu braço em busca do estabilizador. E quase automaticamente, como se fosse capaz de antever meus movimentos, a Velha segurou em meu braço com a força de 10 homens e em um segundo eu não podia fazer mais nada. Meus gritos por socorro sufocavam-se em meio a tanto sangue e vísceras. E eu tentava me debater quando a primeira pancada veio. A Velha acertou minha cabeça com a barra e senti meu rosto esquentar, como se algo tivesse sido arrancado, enquanto observava parte de mim mesmo se dividir como carne podre à minha frente. Eu enlouqueci: não podia vencer a força que mantinha meus membros paralizados, e somente poderia sentir as pancadas desferidas, uma a uma, contra meu crânio. Lembrei-me das palavras de Fred, dizendo "o estabilizador impede que você desperte nos sonhos de outra pessoa", antes de perceber que meu cérebro fervia, e perder a consciência.
Fui arremessado para outro corpo. Um rapaz de vinte anos. E de repente eu nunca mais fui eu. Tentei tomar o controle da situação, mas ninguém permitiu. Os pais do garoto nunca entenderam por que ele mudara tanto e agora falava de invasores de corpos. Eles nunca perceberam que a consciência do filho deles havia morrido e que agora eu estava preso no cérebro do garoto. Eu mesmo nunca entendi. Eu podia falar, me expressar, mas mal tinha o controle do corpo que habitava. Em algumas semanas, nenhum médico soube dizer o que ocorria, e obviamente nenhum deles acreditou em mim. Fui sedado dezenas de vezes e por fim fui internado, onde até hoje sou mantido. A segurança é muito forte, e já sofri diversos abusos, principalmente quando os guardas perceberam que eu não dormia e via tudo que acontecia ali durante a noite.
Hoje eu fecho os olhos à noite e tento acalmar minha respiração. Finjo bem, e quase nunca percebem que estou acordado. Mas minhas olheiras aumentam a cada dia. E lá, no escuro do dormitório onde passo minhas noites, recolho minha mente e tento esquecê-la, já que minha memória fica vagando por aqueles becos onde já estive uma vez, me mostrando sempre a mesma coisa: dessa última vez, meu Nemesis estava diferente. Tinha a mesma feição e o mesmo gosto pelo riso aterrorizante. Mas algo não era como da primeira vez: desta vez a Velha me espreitava com dois enormes e faiscantes olhos verdes.
See Ya
Insônia - Parte Onze
:: [Parte Um] [Parte Dois] [Parte Três] [Parte Quatro] ::
:: [Parte Cinco] [Parte Seis] [Parte Sete] [Parte Oito] ::
:: [Parte Nove] [Parte Dez] ::
Gotas de sangue desciam como navalhas do céu azul manchado pelos gritos e restos das crianças mortas. Simone se afastara de mim e fora ajudar Fred. Ela chegou perto de um dos corpos de criança e o ergueu. E deformando seu próprio rosto para formar uma bocarra repleta de dentes pontiagudos e podres, tragou o pequeno corpo completamente, envolvendo-o com uma língua-serpente que dançava em sua boca infernal.
O quadro estava montado. Se aquilo era realmente o sonho de alguém, essa pessoa iria contorcer-se na cama pelo resto da noite e talvez lembrar-se daquelas cenas pelo resto de sua vida. Teria outros pesadelos por causa deste e possivelmente até algumas noites de insônia. Lentamente eu começava a entender as ordens de Emerson, no carro: 'isso vai mantê-la livre por uns 10 dias', ele havia dito. Finalmente alguma lógica podia ser encontrada em meio àquele caos e desespero.
Mas que lógica era essa? O que queriam essas pessoas do Projeto Insônia? Transformar todos em pessoas perturbadas e fora de controle por causa de pesadelos? Se todos os pesadelos que eles estavam criando eram tão reais quanto fora meu pesadelo com a velha no parque, eles iriam enlouquecer, ao invés de salvar, os alvos do Dreamies.
Contudo, antes que eu pudesse concluir algo, uma luz esbranquiçada e pegajosa nos envolveu, eu, Simone e Fred, e num segundo estávamos numa praia, como que transportados por mágica. O sol brilhava forte no alto do céu e o barulho das ondas chegava aos meus ouvidos como o sussurrar de uma deusa praiana, envolta em espuma do mar.
"O que aconteceu?", perguntei.
"Mudamos de sonho", disse Simone, já recomposta e com olhos verdes faiscantes.
"Então é isso que vocês fazem? Pesadelos?"
Ao longe um casal se entregava às delícias de uma praia deserta em pleno verão. Ambos despidos, começavam um ritual de prazer que já era quase alienígena pra alguém como eu. Sentir prazer e deleite era algo tão longe de mim naquele momento, que por instantes não reconheci o que estava acontecendo. Fred, por outro lado, abriu um sorriso sinistro e entre as sombras nascidas em seu próprio rosto, partiu na direção do enamorado casal.
Novamente os olhos faiscantes de Simone chamaram minha atenção. "Sim, Ale. É isso que fazemos. Não há outra forma de livrar os Alvos da ameaça dos Dreamies. Precisamos construir pesadelos cada vez mais apurados e reais, para evitar que estas malditas criaturas invadam os corpos dos humanos."
"Mas isso vai deixar os Alvos malucos. Se não forem controlados, terminarão por ficar perturbados ou com problemas de insônia, ou, ou... seja como for, tem de haver outra maneira". Meu estômago contorceu-se ao ver Fred arrebentar a cabeça do rapaz a pauladas e depois estuprar a garota. "Ele gosta disso."
Simone meneou a cabeça. Os olhos dela apontavam na direção do mar que agora tingia-se de rubro. "Sim, gosta. Infelizmente, Ale, não é como todos gostariam. É um equilíbrio muito difícil de atingir. Temos de saber as doses corretas para evitar perturbações muito fortes e ao mesmo tempo evitar a invasão dos Dreamies. Não pense que é divertido matar gente. Você não gostou de executar seu Nemesis, mesmo sendo um Dreamie. Imagine quando é um humano."
"Mas eu não matei ninguém de verdade"
"Nem nós. Mas você precisa ver o grau de perturbação quando o próprio Alvo morre em seus sonhos. Chega a ser assustador."
"Isso não está certo, Simone. Eu tenho de fazer algo"
"Não há o que fazer". Ela parecia impaciente. "Ou você faz assim, ou..."
Neste momento, das águas sangrentas do oceano, uma criatura emergiu. Tentáculos longos, negros e escorregadios envolviam um corpo disforme, onde dezenas de olhos de todas as cores giravam e piscavam e sangravam e apontavam em todas as direções. O monstro seguiu na direção de Fred, que correu pra longe do corpo inerte da mulher que ele matara e deixara na areia. "Corram, corram"
Demorei alguns instantes pra conseguir tirar os olhos daquela monstruosidade e virar-me na direção oposta. Simone já corria alguns passos a frente. "O que diabos é aquilo, Simone?"
"O que você acha? Um Dreamie. Aqui eles tomam a forma que desejarem, como nós. O problema é que se um deles nos alcança, pode invadir seu cérebro e tomar você. Claro, se você estiver adorando criar pesadelos, como Fred."
Nesse momento Fred nos alcançou. "E aí, mano? Pronto pra aterrorizar?". A luz branca surgiu mais uma vez e então a praia e o monstro desapareceram.
Ressurgimos num beco. Uma rua escura, apenas iluminada pela penumbra de postes de iluminação distantes. Fred agarrou meu braço. "Esse tá fácil, cara! O clima já está pronto. Você só precisa começar"
Olhei no fundo dos olhos dele. Minha voz saía áspera, quase gritada. "Você parece gostar muito de perturbar os outros"
Ele sorriu estranhamente. "Eu gosto. Isso é bom? Isso é ruim? Eu salvo pessoas todos os dias"
"Salva dos Dreamies pra jogá-las em consultórios psiquiátricos, psicólogos ou hospícios". Eu ainda não começara a gritar, mas minha garganta estava seca e eu já não enxergava muito bem o beco.
"Cara, vai fazer seu trabalho, que é criar pesadelos e me deixa em paz. E não fica pensando muito, não. Faz e pronto. Se você começar a pensar demais, seus padrões cerebrais vão começar a atrair Dreamies e aí a gente tá na bosta!"
Simone, enfim, interveio. "Ei! Não adianta nada vocês ficarem discutindo, isso também vai fazer o nível cerebral do Alvo estourar de tão alto. Vocês sabem o que são 4 mentes trabalhando num único cérebro? Vai chover Dreamies aqui. Deixa ele tentar do jeito dele, Fred."
"Ahh, foda-se!". Fred virou-se de costas e atravessou a rua. "Você sabe o que acontece com caras que pensam como ele!"
See Ya
3.11.03
Invisível
Há pouco eu era sozinho.
E agora, braços vêm me dar força.
Amigos que nunca vi.
Pessoas de quem a voz não conheço.
E outros que conheço até melhor do que a mim mesmo.
Assim é o novo mundo.
Disso vivem os meus neurônios.
Eu sou do mundo, porque do mundo eu me alimento.
E de mim também é dono aquele que sem nunca ter me visto,
Conhece meu sorriso e sorri para este amigo invisível.
* * *
Fiz o poeminha acima para dar de presente a todos aqueles que tem vindo aqui, que tem me apoiado e ajudado a divulgar o Quando Isso. Os útlimos tempos tem sido muito generosos com o meu blog e não posso deixar passar toda essa atenção e todo o carinho em branco.
Agradeço ao meu grande amigo JP, do DeadMilkman; a minha mãe, Dona Cozete e minha irmã Cousetinha; à brilhante e chata (sic) Maris; Maria Fernanda e Márcio, grandes amigos que sempre me dão muito apoio; ao Maxwell Lord, que anda sumido e fazendo falta; aos Estúpidos Raphael, Pajé, Rodrigo e Jan, por serem os amigos perfeitos que são e por sempre estarem lá quando eu preciso; ao Marcelo, que me faz achar os mineiros o povo mais bacana do país; Intuição Feminina, que tem rendido boas conversas e-mails; Glaucia Taricano; Kel; Jack; e Félix. A todos estes agradeço a enorme atenção e as visitas e comentários inspiradores.
Também não posso deixar de falar da Fabi, menininha espoleta, hehehe; da inteligente, intrigante e genial Rê; do Mestre e Guru Inagaki, grande gafanhoto; da Sense; da Ana Paula; do Bernardo, que tem um dos blogs mais interessantes da rede; do meu xará, Fabricio, do Dark Avenger; da meiga Larissa; da Francine; e da Carolzinha Reis; além de repetir o agradecimento ao Pajé (ooops... Marcel) e ao Rapha. Valeu mesmo todos vocês que tem linkado o Quando Isso e que me ajudam a levar o que escrevo aqui a mais e mais pessoas.
E ao meu pai e ao Dono do Postíbulo não posso esconder meu emocionado agradecimento por me citarem e transcreverem e fazerem a maior propaganda por mim. Eu mesmo não divulgo tanto meu blog.
Enfim, um beijo e um carinho a Minha Linda Elacoelha, que completa este coração e me inspira, me ajuda, me apoia, me ama e me ajuda a tornar minha vida muito melhor.
Para todos os outros, que visitam meu blog, mas nunca deixam comentários, ou se esqueci de alguém que já tenha comentado aqui, muito obrigado também. Espero que a cada dia e a cada post eu possa colocar mais e mais neurônios de todos vocês pra trabalhar duro.
See Ya
PS: preparem-se para ler, em breve, a última parte de Insônia.
Há pouco eu era sozinho.
E agora, braços vêm me dar força.
Amigos que nunca vi.
Pessoas de quem a voz não conheço.
E outros que conheço até melhor do que a mim mesmo.
Assim é o novo mundo.
Disso vivem os meus neurônios.
Eu sou do mundo, porque do mundo eu me alimento.
E de mim também é dono aquele que sem nunca ter me visto,
Conhece meu sorriso e sorri para este amigo invisível.
Fiz o poeminha acima para dar de presente a todos aqueles que tem vindo aqui, que tem me apoiado e ajudado a divulgar o Quando Isso. Os útlimos tempos tem sido muito generosos com o meu blog e não posso deixar passar toda essa atenção e todo o carinho em branco.
Agradeço ao meu grande amigo JP, do DeadMilkman; a minha mãe, Dona Cozete e minha irmã Cousetinha; à brilhante e chata (sic) Maris; Maria Fernanda e Márcio, grandes amigos que sempre me dão muito apoio; ao Maxwell Lord, que anda sumido e fazendo falta; aos Estúpidos Raphael, Pajé, Rodrigo e Jan, por serem os amigos perfeitos que são e por sempre estarem lá quando eu preciso; ao Marcelo, que me faz achar os mineiros o povo mais bacana do país; Intuição Feminina, que tem rendido boas conversas e-mails; Glaucia Taricano; Kel; Jack; e Félix. A todos estes agradeço a enorme atenção e as visitas e comentários inspiradores.
Também não posso deixar de falar da Fabi, menininha espoleta, hehehe; da inteligente, intrigante e genial Rê; do Mestre e Guru Inagaki, grande gafanhoto; da Sense; da Ana Paula; do Bernardo, que tem um dos blogs mais interessantes da rede; do meu xará, Fabricio, do Dark Avenger; da meiga Larissa; da Francine; e da Carolzinha Reis; além de repetir o agradecimento ao Pajé (ooops... Marcel) e ao Rapha. Valeu mesmo todos vocês que tem linkado o Quando Isso e que me ajudam a levar o que escrevo aqui a mais e mais pessoas.
E ao meu pai e ao Dono do Postíbulo não posso esconder meu emocionado agradecimento por me citarem e transcreverem e fazerem a maior propaganda por mim. Eu mesmo não divulgo tanto meu blog.
Enfim, um beijo e um carinho a Minha Linda Elacoelha, que completa este coração e me inspira, me ajuda, me apoia, me ama e me ajuda a tornar minha vida muito melhor.
Para todos os outros, que visitam meu blog, mas nunca deixam comentários, ou se esqueci de alguém que já tenha comentado aqui, muito obrigado também. Espero que a cada dia e a cada post eu possa colocar mais e mais neurônios de todos vocês pra trabalhar duro.
See Ya
PS: preparem-se para ler, em breve, a última parte de Insônia.
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